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Dia das Mães: mulheres vão passar a data na expectativa da chegada de seus bebês

Matéria publicada na edição de 14 de maio de 2017

Neste domingo, 14, Dia das Mães, o Jornal Em Dia presta sua homenagem às mulheres que vão passar a data especial à espera de seus filhos. Algumas gestantes partilharam sua história e aceitaram ilustrar a reportagem, contando um pouco sobre  a  experiência  transformadora de se tornarem mães.

Das sete mulheres entrevistadas, três já são mães há algum tempo e estão vivenciando a segunda gestação. As outras quatro são mães de primeira viagem e vão passar este Dia das Mães ansiosas por receberem o presente mais desejado: seus filhos.

Acompanhe a história de cada uma delas:

CAROLINE ESTÁ ANSIOSA PELA CHEGADA DA ELOÁ

Caroline Pires Turella tem 22 anos. Ela já é mãe do Juan, de 4 anos, e está com 38 semanas, à espera do nascimento da Eloá, que está previsto para a próxima quinta-feira, 18.

Caroline contou à reportagem que a primeira gravidez foi no susto, não foi planejada, mas que esta segunda foi. Ela e o marido tinham planos de ficar só com o primeiro filho. Porém, depois, amadureceram a ideia de ter o segundo. “Na verdade, a gente tinha planos de ficar só com um filho, o Juan. Aí depois a gente foi vendo que, querendo ou não, futuramente é ruim ter um só. A gente esperou ele completar quatro anos para planejar e ter outro, pra ficar numa diferença de idade boa, mas também para não esperar tanto tempo porque eu acho que se eu esperasse muito tempo eu ia desistir”, contou.

De uma gestação para outra, Caroline disse que viu diferenças. Nesta segunda, ela passou mal: “Essa gestação passei bastante mal. No começo, senti bastante enjôo, coisa que não sentia na primeira gestação. Tive problema de pressão baixa e de circulação. Só agora na segunda gravidez, a primeira foi tranquila”.

Na reta final da gravidez, ela contou que sentiu um pouco de dificuldades na rotina de trabalho, pois tem hérnia de disco e trabalha sentada, o que causou certo desconforto, mas apenas dos últimos meses para cá.

Questionada sobre as mudanças que ocorreram em sua vida após a maternidade, ela definiu: “Amadurecimento. Mudou totalmente. Você se sente bem mais madura depois que tem um filho. Um filho muda tudo na vida de uma mulher”.

As mulheres grávidas às vezes têm vontades estranhas, ou muito fortes de comer alguma coisa. Sobre isso, Caroline contou que na primeira gravidez teve vontade de comer coxinha, de madrugada. Mas nesta segunda gestação, ela disse que não teve vontade de nada diferente e brincou, dizendo que quem tem mais vontades diferentes é o marido.

À espera do nascimento de Eloá, Caroline explicou que o nome foi escolhido pelo filho mais velho, Juan. “A gente deu a opção para ele escolher. Aí ele queria Luca, se fosse menino, e escolheu Eloá, se fosse menina. A gente deixou ele escolher para ele se sentir importante nessa parte”. De acordo com Caroline, Juan não tem amiguinhas na escola com esse nome. “Veio da cabeça dele”, completou.

Com o parto já programado para esta semana, Caroline disse que escolheu fazer cesárea porque teve uma boa experiência na primeira gravidez. “O primeiro parto já foi cesárea e correu tudo bem, foi muito boa a minha recuperação, não senti dor, nem nada, por isso, optei por fazer cesárea de novo”, contou.

Para este domingo, ela afirmou que está bastante ansiosa. “A gente está mais que ansioso porque meu parto era pra ter sido nessa semana e, então, eu ia passar com ela já. Mas aí a gente resolveu deixar para a próxima semana porque eu peguei uma infecção de urina forte. A gente está numa felicidade enorme. Tivemos sorte de vir uma menina, pra ficar o casalzinho. Vou passar o Dia das Mães feliz, esperando ela e com o Juan do lado”, declarou.

Caroline também deixou sua mensagem para as mulheres que já foram tocadas com o dom da maternidade: “Desejo um Feliz Dia das Mães para todas as mães. Para quem é mãe de primeira viagem, boa sorte, vocês vão acabar amando ser mãe. É uma experiência muito gostosa, a gente que tem filho sabe como é. E um Feliz Dia das Mães para todas as mães, principalmente para minha”.

SIMONE ESPERA POR GUSTAVO AINDA NESTE MÊS

Simone de Souza Hoffmann tem 30 anos. Ela está grávida de 37 semanas, com parto previsto para o dia 31 de maio. Seu bebê é um menino, que receberá o nome de Gustavo.

Ela contou que já está casada há seis anos e que decidiu, em conjunto com o marido, que havia chegado o momento de aumentar a família, portanto, a gravidez foi planejada. “A princípio, conversando com algumas amigas, a maioria delas dizia que iria demorar a engravidar, então, me planejei para depois tentar engravidar, mas para nossa surpresa, no primeiro mês de tentativa, já engravidamos. Foi uma alegria muito grande”, contou.

Conforme contou Simone, ela tem passado uma gravidez tranquila, sem enjôos ou outros transtornos. “Procurei me planejar para praticar atividades físicas durante a gestação, tais como pilates, hidromassagem e drenagem, para não sofrer com inchaço e também não engordar muito, isso ajudou muito. Também tive acompanhamento nutricional que me passou dicas de como melhorar a alimentação. Não foi fácil se livrar dos doces, mas fiz o meu melhor. Agora na reta final começa a pesar mais a barriga e aumentar a dor, mas estou procurando não me esforçar tanto para curtir a chegada do meu pequenino”, disse.

Simone trabalha fora, mas não encontrou qualquer dificuldade em desenvolver suas atividades. Ela considerou que isso até a ajudou durante a gravidez: “Acredito que o trabalho esteja me ajudando, e muito, tanto em questão do tempo que passou rápido demais e também com relação ao convívio com minhas colegas de trabalho que sempre me motivam e me ajudam com algumas dicas sobre a maternidade”.

Sobre as mudanças enfrentadas com a gestação, Simone apontou: “Estava sempre focada em meu trabalho e negócios, mas quando decidimos engravidar, foi como se eu estivesse me permitindo viver um novo momento e deixar algo para trás para viver o novo em nossas vidas. Sei que vai ter uma grande mudança em nossas vidas com a chegada do bebê, mas estamos felizes com isso”.

As vontades de grávida não atingiram Simone. Segundo ela, apenas aumentou a vontade de comer maçã e, no começo da gestação, comia bastante melancia.

A poucas semanas de conhecer seu bebê, ela contou que será um menino e que o nome escolhido foi Gustavo. “A escolha foi em conjunto, foi difícil escolher, nós queríamos um nome simples, fizemos uma lista de vários nomes e no dia que descobrimos o sexo, o nome de Gustavo apareceu em minha mente. Falei com meu marido e ele gostou, ficamos indecisos e levamos mais um mês para definir se seria esse mesmo”, detalhou.

A respeito do parto, Simone afirmou que procurou não se preocupar, pois sabe que é algo que vai se definido mais para frente. “Desde que engravidei pensei sobre o parto normal, por isso não marquei nenhuma cesárea até agora. Como minha gestação está tranquila, sem nenhuma complicação, a médica não sugeriu nada também, vamos esperar o grande momento. Não estou preocupada, mas sim ansiosa. Sou muito religiosa e estou fazendo uma novena para que Nossa Senhora do Bom Parto me acompanhe nesse momento tão especial”, contou.

Sobre já se considerar mãe, Simone explicou: “É estranho falar que já sou mãe, apesar de todas as mudanças que já aconteceram em meu corpo e tudo estando planejado para a chegada do Gustavo. É algo novo que parece que não está acontecendo, foi tudo tão lindo até agora que fico pensando se é verdade que daqui a pouco vou ter um pacotinho cheiroso em meus braços”.

Neste domingo, Simone não vai conseguir estar com sua mãe, pois mora em cidade diferente. “Como moro em outra cidade, não vou conseguir viajar para ficar com minha mãe, então, vou passar com meu marido, vamos sair para almoçar e curtir um dos últimos finais de semanas sozinhos, porque daqui a duas semanas ou menos nosso pequenino irá chegar”, disse.

Em sua mensagem para as mães, Simone chamou a atenção para a responsabilidade da maternidade: “São nove meses esperando no ventre uma bênção de Deus, nós somos as responsáveis por gerar um novo ser para a humanidade e isso é uma responsabilidade muito grande, mas fomos as escolhidas para essa missão, então, devemos zelar e respeitar por essa nova vida que está chegando, ensinando-a a viver no amor e na simplicidade, que o restante Deus vai conduzir. Feliz Dia das Mães!”.

VANESSA ESPERA PELA CHEGADA DA PRINCESA OLÍVIA

Com 33 anos, Vanessa Helena Luz Martins Viana está esperando seu segundo filho, ou melhor, filha. Ela está com 33 semanas de gestação e contou que é casada há quatro anos. O primeiro filho é um menino, Miguel.

A segunda gravidez não foi planejada, mas ela e o marido estão ansiosos pela chegada “da nossa princesa para alegrar e completar nossa família”.

Vanessa disse que no começo da gravidez sentiu muitos enjôos, mas que agora está bem melhor. “Como é minha segunda gestação, já tenho um filho pequeno em casa, então, o cansaço do dia a dia é maior devido à limitação física. Na primeira gravidez, eu descansava mais no final. Agora já sinto um pouco mais de dores na coluna”, afirmou.

Para ela, as mudanças já começam na gestação e se acentuam após a chegada do bebê, com novas emoções,  prioridades,  o  relacionamento,  o  sono,  os ho rários, a auto-cobrança, horários. “Porém, temos sensação plena de amor puro vivenciada dia a dia”, considerou.

Simone contou que não teve vontade de comer nada em particular. Com 11 semanas, ela fez o exame de sexagem fetal e descobriu que era uma menina. O nome, Olívia, foi escolhido pelo pai.

Sobre o parto, Vanessa disse que se preocupou mais na primeira gestação: “Na primeira gestação, fiquei muito preocupada. Nesta gestação, já estou mais tranquila, aprendi que a hora não é nossa, e sim, do bebê, ele praticamente determina quando e como virá ao mundo”.

Este domingo especial, Vanessa pretende passar com o filho Miguel, com Olívia na barriga e ao lado de sua mãe.

“Desejo a todas as mamães, neste domingo e todos os dias, um dia feliz e rodeado das pessoas que ama. Que Deus continue a nos proporcionar muita sabedoria e amor para criarmos pessoas do bem para este mundo”, foi a mensagem de Vanessa.

ALINE JÁ É MÃE DE GIOVANA E ESPERA PELO NASCIMENTO DE ARTHUR

Aline de Oliveira Silva tem 32 anos e já é mãe de Giovana, de 10. Ela está grávida de 30 semanas e contou que não planejou engravidar novamente, foi uma surpresa. “No primeiro momento, a gente ficou meio nervoso, até pra contar pra ela (a filha), porque ela não pensava em ter irmão. Então, no primeiro momento, todo mundo ficou meio assustado, mas aí depois ficou todo mundo contente, feliz”, explicou.

Aline encontrou alguns transtornos nas duas gestações. Tanto na primeira como agora, ela entrou em trabalho de parto prematuro, por isso, o repouso foi e é essencial. Outros tipos de mal-estar ela contou que teve mais na primeira gravidez, que desta vez foi mais tranquilo.

Como trabalha fora, como técnica de enfermagem, em dois locais diferentes, Aline precisou se afastar nesta reta final. Ela fazia plantões de 24 horas, saindo de um serviço e indo direto para o outro, mas agora está fazendo repouso para evitar que o bebê nasça prematuro.

Ela se emocionou ao falar das mudanças que a maternidade lhe trouxe. Em sua opinião, mudou tudo, especialmente, a forma de enxergar e entender os cuidados que sua mãe tinha: “A gente começa a entender o que a mãe da gente falava. Acaba entendendo o que a mãe ensinava e a gente não dava tanto valor. Então, a gente acaba dando muito mais valor para a mãe e passa a ensinar para os filhos o que a mãe da gente ensinou. Muitas coisas que a gente não dava valor antes, achava que a mãe era ruim, a mãe era isso ou aquilo, agora a gente dá valor porque sabe qual a dificuldade de ser mãe. É um amor inexplicável. Tudo o que a mãe fala pra gente, a gente não entende. Mas depois que você vira mãe, aí você reconhece que a mãe estava certa”.

Aline lembrou que teve vontade de comer doce de mamão e que até sentia o gosto do doce na boca, mas isso já foi resolvido, pois ela matou sua vontade.

O segundo filho será um menino, Arthur. Esse já seria o nome do primeiro, se fosse menino. “O avô tem culpa na escolha do nome. Quando fiquei grávida da Giovana, antes de saber o sexo, meu pai ficava conversando com a barriga como se fosse menino, e chamando de Arthur. Aí veio a Giovana. Aí, assim que a gente fez o ultrassom e viu que era um menininho, eu e meu marido já falamos, é o Arthur. Foi decisão nossa, gostamos muito desse nome, mas esse nome já estava na cabeça por causa do meu pai sempre falar”, detalhou.

Aline não teve uma experiência muito positiva com o parto normal na primeira gestação. Sua filha precisou do uso de fórceps para nascer. Assim, desta vez, ela pretende fazer cesárea.

O Dia das Mães será ao lado de sua mãe, pois a família costuma sempre estar unida em datas especiais. “É muito difícil eu passar longe da minha mãe. Sempre a gente passa junto. A gente vai almoçar fora, mas vamos passar juntas. Somos muito unidas”, contou.

Aline também deixou sua mensagem especial para as mães: “Quero dizer para todas as mães, para aquelas que estão esperando seus filhos que já são mães, porque a dificuldade que a gente passa desde que descobre que está grávida, com enjôo, dor, já é uma preparação para ser mãe. Porque mãe é isso, o resto da vida. Eu vejo pela minha mãe. Minha mãe é uma pessoa que não tenho palavras para expressar porque é uma pessoa que nunca me deixou na mão, por mais que eu não merecesse, ela estava sempre ali. Então, mãe é isso, muito amor, compreensão. Por mais que o filho não mereça, a mãe está ali do lado. Feliz Dia das Mães a todas as mães e que Deus abençoe a todas que estão aguardando a chegada dos seus filhos, que Deus nos ajude e nos dê uma boa hora”.

LILIANE AGUARDA ANSIOSA A CHEGADA DE MARIA RITA

Grávida de 28 semanas, Liliane Soares das Neves tem 31 anos. Para ela, a gravidez é uma vitória, pois tenta ter um filho há três anos e já enfrentou a triste experiência de duas perdas.

Entre algumas pausas para conter as lágrimas, ela contou que a experiência da gravidez está sendo maravilhosa “porque faz três anos que eu peço pra Deus pra viver o que eu estou vivendo agora”.

Liliane disse que no início da gestação passou mal, pois não conseguia comer. “Os três primeiros meses foram bem difíceis. Eu comia forçada mesmo. Depois do quarto mês, as coisas melhoraram, consegui me alimentar normal e ficou mais tranquilo, pararam os enjôos também”, lembrou.

Atualmente, ela não trabalha fora, o que ajudou para que ela cumprisse a necessidade do repouso. “No início, nos três primeiros meses, tive que fazer repouso absoluto. Agora, faço repouso normal e está sendo tranquilo. Como saí do trabalho, estou conseguindo levar com bastante tranquilidade”, explicou.

Emocionada, Liliane considerou que sua vida mudou muito com a maternidade. “Mudou tudo, porque desde que nasceu no meu coração o desejo de ser mãe, a minha vida toda mudou. A minha família se envolveu muito também com o que aconteceu com a gente. Foi sofrimento pra todo mundo. Quando você passa por perdas, você acha que você não vai conseguir. Minha filha é um milagre de Deus”.

Sobre as vontades que teve, ela disse que foi apenas uma, de comer quebra-queixo. Agora, ela está com diabetes gestacional e está passando um pouco de fome porque tem que controlar o que comer.

A filha de Liliane vai se chamar Maria Rita. A escolha do nome foi em conjunto com o marido. Maria é praticamente uma tradição em sua família, pois sua mãe e sua avó têm esse nome e também algumas sobrinhas e irmãs. Rita foi escolhido pela devoção do marido a Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis. “Tudo o que você acredita e tem fé, ajuda a fortalecer você na fé em Jesus Cristo. Acho que tudo o que você se apegar e for para o bem, vai ser bom pra você”, observou.

Pelas dificuldades que vem enfrentando, Liliane foi aconselhada pelos médicos a fazer cesárea. Ela faz monitoramento a cada 15 dias, com ultrassom, consultas, e talvez agora passe a fazer toda semana.

Questionada sobre já se sentir mãe, ela não teve dúvida: “Já me considero mãe, desde o dia que nasceu no meu coração o desejo de ser mãe”.

Este domingo especial, Liliane espera passar com a família, ao lado de sua mãe.

Em sua mensagem, Liliane deixou seu agradecimento a Deus e a sua mãe: “Quero agradecer muito a Deus pela vida da minha mãe, que sempre me apoiou em tudo, em todas as dificuldades que passei. Por ela eu não estaria grávida agora porque ela falava que era perigoso demais, que não estava dando certo, então, era melhor desistir. Mas eu sei que ela está superfeliz porque eu consegui, por eu não ter desistido. E desejo que Deus abençoe todas as mulheres grávidas, que dê tudo certo, que sejam só bênçãos na vida, que as crianças tragam muitas alegrias. É um dom que Deus dá pra gente, mesmo que não seja do nosso útero. Porque eu sei que eu não ia desistir, se eu não tivesse a Maria Rita eu iria adotar uma criança. Eu ainda tenho esse desejo no meu coração. Que Deus abençoe todas as mulheres, que desperte no coração delas o dom de cuidar, de ser mãe e que sejam só bênçãos mesmo”.

PRISCILA ESTÁ GRÁVIDA DE UM MENINO, QUE SE CHAMARÁ ISAC

Priscila de Oliveira Gil tem 27 anos e está com 27 semanas de gestação. Ela é mãe de primeira viagem e planejou a gravidez. “Eu tinha um problema, síndrome do ovário policístico. Quando eu descobri, fiquei tentando engravidar por um ano, mas não consegui. O médico falou que eu teria dificuldade, que talvez eu não conseguisse engravidar porque eu tinha síndrome do ovário policístico não ovulatório, então, eu não ovulava. Aí tive que fazer um tratamento com remédios para ovular e aí deu certo”, contou.

A gravidez de Priscila tem sido tranquila, sem enjôos ou outros transtornos. Agora, que está se aproximando da reta final, ela tem sentido um pouco de queimação apenas.

Apesar de trabalhar fora, ela disse que não tem encontrado dificuldade: “Eu trabalho, a maior parte do tempo, sentada. Então, acho que por isso não tenho tido tanta dificuldade. A gravidez está sendo tranquila”.

Priscila considerou que a maior mudança em sua vida com a maternidade foi a responsabilidade. “Você passa a pensar não só em você, tem uma pessoa que você é responsável por cuidar, por trazer o alimento, dar educação, moldar o caráter. Acho que muda isso, a responsabilidade que a gente carrega. Não pensa só quando ele nascer, já pensa daqui a 20, 30 anos”, observou.

Para ela, a vontade mais forte durante a gravidez foi de comer esfiha de carne do Habib’s.

O filho de Priscila vai se chamar Isac. “Sempre quis colocar esse nome. Aí falei para o meu marido, até antes de a gente conseguir engravidar, que eu queria que fosse Isac e ele concordou”, afirmou.

Priscila é irmã de Aline, que está esperando pela chegada de Arthur, mas já é mãe de Giovana. Ela contou que acompanhou as dificuldades que a irmã teve no primeiro parto, que foi normal, por isso, acha que vai optar por cesárea. “Tenho preferência por cesárea porque acompanhei minha irmã na primeira gravidez dela e ela teve muita complicação, teve que tirar com fórceps, então, fiquei com aquilo na cabeça. A minha opção é cesárea e meu médico concordou. Agora só estou com um pouco de medo da anestesia, mas ando conversando com várias mulheres que tiverem nenê por cesárea e elas falaram que é tranquilo, que você nem sente. Então estou me acalmando”, relatou.

Priscila acha que só vai realmente se sentir mãe quando pegar Isac no colo: “É estranho. Eu sei que tem um ser dentro de mim, mas eu acho que quando eu pegar no colo, quando nascer que eu vou ter essa sensação”.

Ela pretende passar o Dia das Mães com sua família e até já recebeu presente do irmão, que presenteou as duas irmãs grávidas.

“Eu quero agradecer a minha mãe, em primeiro lugar, pela educação que ela me deu, por todo apoio nesse tempo que eu tive essa dificuldade de tentar ter filho, chorei bastante. Acho que a maioria das mulheres sonha em ter um filho, então, minha mãe foi um porto seguro para mim, um alicerce. Quero deixar uma mensagem também para essas mulheres que tentam, que elas não desistam. Pode não vir do ventre delas, mas aquelas que adotam também são mães. Mãe não é quem gera somente, quem cria esse filho também é. Então, que elas nunca percam a esperança. Se não der de um jeito, elas vão conseguir de outro. E desejar um Feliz Dia das Mães para todas as mães, que Deus continue abençoando a cada uma de nós”, foi a mensagem deixada por Priscila.

FRANCIELE ESTÁ ANSIOSA POR SABER O SEXO DE SEU BEBÊ

Grávida de 23 semanas, Franciele Aparecida da Silva Faria tem 24 anos, e ainda não sabe se espera por um menino ou menina.

Ela disse que a gravidez não foi planejada, mas que já queria engravidar. “Fazia cinco meses que tinha casado e eu já queria engravidar, porque não queria esperar muito. Foi uma surpresa boa”, considerou.

Franciele afirmou que, até os três primeiros meses, passou muito mal, com enjôos, vômito, mas que agora tem muita azia e queimação.

Ela também trabalha fora e conta que tem sentido cansaço conforme a gravidez avança. “Agora, no sexto mês, já estou me sentindo mais pesada, tudo cansa. Mas como eu trabalho por conta, vou levando, não trabalho com peso. O pouco que você faz já cansa muito”, apontou.

A gravidez também mudou a vida de Franciele. “O modo de pensar, de agir. Agora, parece que não penso mais para mim, penso na criança, mesmo sem conhecer, sem nada, tudo o que vou fazer faço pensando”, explicou.

Franciele ainda não sabe o sexo do bebê. Na próxima terça-feira, 16, ela vai fazer o ultrassom morfológico. “Estou na esperança de conseguir ver porque estou muito ansiosa e ainda não comprei nada”, disse.

Os nomes, porém, já estão escolhidos. Ela e o marido decidiram que se for menino vai se chamar Bernardo e, se for menina, Alice.

Franciele contou que teve duas vontades mais fortes durante a gravidez. De comer pão com manga e romã.

Mãe de primeira viagem, o parto é algo que a vem preocupando. “Isso me preocupa muito. Fico pensando se vou sentir dor, se não vou. Ainda não sei se quero cesárea ou normal. Conversei com o médico já. Preferia normal pela recuperação, mas o médico falou que tudo vai depender do encaixe. Mas já estou com um pouco de medo porque está cada vez mais perto”, afirmou.

Franciele já se considera mãe: “Tem hora que parece que a ficha não cai, mas já me considero mãe sim. Faz duas semanas que eu senti mexer, então agora sei que tem uma pessoinha dentro de mim, toda hora mexe. Minha vida mudou, meu jeito, sei que tem um ser gerado por mim, então, sou mãe”.

Para este domingo especial, ela diz que já pretende ser reconhecida como mãe. “Eu quero comemorar sim, ser lembrada, junto a minha mãe, eu sendo reconhecida como mãe pelo meu marido, sabendo que estou carregando um filho, então, já sou mãe”, disse.

Franciele deixou sua mensagem para as mães nesta data especial: “Ser mãe é uma dádiva de Deus. É uma coisa que só sei o quanto é importante, o quanto dou valor à minha mãe, agora que vou ser mãe. Hoje reconheço tudo. É um amor que não tem explicação. Amo muito meu filho e ainda não conheço, então entendo o amor, a preocupação da minha mãe porque hoje eu sinto isso. Acho que tive que vivenciar pra valorizar. É uma coisa sem explicação. É muito gostoso. E desejar um Feliz Dia das Mães a todas as mães. Às que estão carregando, as que já têm filhos, às mulheres que querem ter, vale a pena, é muito bom. É muito gostoso saber que você gerou uma vida”.

 

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