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Contra reformas do governo, nasce a “União Bragantina em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores”

Matéria publicada na edição de 9 de abril de 2017

Na quinta-feira, 6, nasceu em Bragança Paulista a “União Bragantina em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores”. Trata-se de uma organização que está reunindo sindicatos, associações e a sociedade civil organizada para um movimento contra as reformas que estão sendo propostas pelo governo federal, em especial a Reforma Previdenciária e a Reforma Trabalhista.

Essa foi a segunda reunião do grupo e aconteceu na sede da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do estado de São Paulo) local. Um dos pontos abordados foi a adesão à Greve Geral que acontecerá em todo o Brasil no dia 28 de abril.

Integram a “União Bragantina em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores” e participaram do encontro da última quinta-feira: Válter Brajão, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos; Orivaldo Felício, presidente da Apeoesp; Bruno Leme, da Acohab (Associação Comunitária de Habitação Popular de Braganca Paulista), Carlos Alberto Martins de Oliveira e Benedito Aparecido Domingues, presidente e vice-presidente do Sismub (Sindicato dos Servidores e Trabalhadores Municipais de Bragança Paulista e Região), respectivamente; Tales Machado de Carvalho e os estudantes Ângelo e Guilherme, da Frente de Esquerda de Bragança Paulista; Antônio Carlos Nunes de Mattos, mais conhecido como Bugalu, vereador e presidente do Sindicato dos Papeleiros; Cibele, do Coletivo Feminista Rosa Não Cala; e Ana Luiza, advogada trabalhista.

Até o dia 28, o grupo pretende promover várias atividades, como aulas públicas sobre o assunto, que devem ser ministradas na Fesb (Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista) e no Cursinho Popular da Comunidade Sorriso. O lançamento da organização deve ocorrer na Câmara Municipal.

Com isso, Bragança Paulista deve colaborar para o aumento do número de municípios brasileiros que farão greve no dia 28, mostrando seu descontentamento e inconformismo com as propostas do presidente Michel Temer.

Em breve, a “União Bragantina em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores” deve lançar material explicativo sobre o movimento e o ato convocatório com o intuito de que toda a população bragantina se mobilize contra as reformas propostas.

 

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