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Chegou o Natal

Já é Natal. Enfim, é hora de desacelerar. De parar e se reunir com os familiares e amigos para celebrar a vinda dAquele que deu sua vida por toda a humanidade.

Ao refletir sobre a história de Cristo, nos deparamos com a personificação do amor. Do amor mais puro e sincero que já existiu e nem sempre nos damos conta disso.

Cristo veio ao mundo porque Deus nos ama tanto que O enviou para lavar nossos pecados. Humano, Deus por meio de seu filho teve de enfrentar a morte, mas o mais importante é que Ele a venceu.

O estranho de tudo isso é que a humanidade existe há tantos séculos e, infelizmente, ainda não aprendeu a viver o amor de Cristo. Um amor despojado de interesses próprios, que só tem um objetivo: o de fazer o próximo feliz.

Vivemos como se sempre houvesse amanhã, sem nos importar com o modo que nos relacionamos com as pessoas mais próximas, magoando-as, muitas vezes. E, de repente, os caminhos mudam e ela já não pode estar entre nós. Aí vamos para as redes sociais lamentar a morte do ente querido, falar quanto ele era especial e o quanto o amávamos. Só nos esquecemos de comentar que no dia a dia, éramos incapazes de conviver bem com ele. Quanta hipocrisia.

A tecnologia melhorou muito a vida de todos nós, especialmente com relação à facilidade na comunicação, pois permitiu ações que antes eram completamente inacessíveis, tanto financeiramente como pela ausência de infraestrutura mesmo. Hoje é possível, por exemplo, se comunicar com pessoas de qualquer lugar do mundo, em tempo real, conhecer o mundo por meio da tela de um computador ou celular, ter acesso a aulas das mais variadas matérias pela internet. Por outro lado e por ironia do destino, as pessoas têm dificuldades de manter as relações mais próximas, a conversa diária entre as pessoas com quem convive, o olho no olho.

Hoje em dia, é muito comum ver grupos familiares em locais públicos cada qual com seu celular, se inteirando de vidas alheias, ou postando onde estão. Parece que não se tem assunto ou que as redes sociais têm mais prioridade.

Se Cristo vivesse na atualidade, seria comum ver as pessoas se digladiando para tirar selfies com Ele, mas seria difícil encontrar seguidores empenhados em propagar sua mensagem.

Como tudo o que é novo, às vezes, demoramos para nos acostumar com as novidades, mas já é chegada a hora de refletir, avaliar que a vida verdadeira, a que vale a pena ser vivida, é a real e não a virtual.

Que neste Natal, tenhamos mais tempo e disposição de conviver bem, especialmente na vida real, com nossos entes queridos, que possamos perdoá-los e ser perdoados por desentendimentos e viver o verdadeiro sentido do Natal, que é o despojamento das coisas materiais e o amor puro e sincero, que não exige, mas se doa. Que o espírito natalino encha os corações de generosidade, afeto, compreensão e amor.

O Jornal Em Dia e a Gráfica Bragança desejam a todos os leitores, clientes, amigos, familiares e funcionários um Feliz Natal!

 

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