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Vereadores do Grupo Chedid protocolam representação contra o prefeito

Motivação é o grande número de pacientes na fila de exames e consultas com especialistas na cidade

 

Na última quinta-feira, 7, o grupo de vereadores aliado ao Grupo Chedid, composto por Dito do Ônibus, Gislene Cristiane Bueno, Jorge Luís Martin, José Gabriel Cintra Gonçalves, Leonel Pereira Arantes, Luiz Sperendio, Mário B. Silva, Natanael Ananias, Paulo Mário Arruda de Vasconcellos e Tião do Fórum, protocolou uma representação contra o prefeito Fernão Dias da Silva Leme.

O documento foi entregue à promotora de Justiça Ana Maria Buoso Piovesana e aponta problemas diversos na área de Saúde, em especial, o grande número de pacientes na fila por exames e consultas com especialistas.

Dentre o material reunido pelo grupo de vereadores para amparar a representação protocolada, está a resposta da Prefeitura ao Pedido de Informação 163/2016, divulgado na sessão ordinária de 31 de maio deste ano. Nele, há informações de que 2.390 pacientes aguardam por consulta com oftalmologista, 1.740 com dermatologista e 676 de cirurgia geral. A lista da demanda reprimida de consultas soma 8.017, ressaltando-se que os dados são referentes a abril de 2016, ou seja, esses números podem ter aumentado.

A resposta da Prefeitura também apontou que havia 7.874 exames na fila, dentre os quais, 2.020 ecocardiogramas para adultos, 1.070 endoscopias digestivas alta, 998 radiografias simples, 900 mamografias e 803 colonoscopias, além de outros 7.061 exames específicos de ultrassonografia, com destaque para 1.970 ultrassons vaginais.

O grupo de vereadores estimou que R$ 1.295.901,00 seria suficiente para atender a demanda reprimida dos exames e consultas com especialistas e apontou, ainda, que o prefeito não realizou ações e metas programadas para os anos de 2014 a 2017, o que, para o grupo, impactou “o atual quadro de desassistência quanto à realização de consultas e exames especializados”.

“Diante de todo o exposto, salvando-se considerações outras que possam existir ou suplantar as relacionadas, pode-se verificar que há falhas em vários níveis da gestão e com isso colocando em risco a qualidade e a preservação da vida da população; bem como, verifica-se que existe razão suficiente para que possamos afirmar que a população de Bragança Paulista não está sendo atendida em suas prerrogativas básicas da atenção primária, secundária e terciária, prerrogativas descritas na Lei Federal 8.080/90 e no Decreto 12.508/12”, diz a representação protocolada, que pede ao Ministério Público providências legais sobre o assunto.

 

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