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Um Natal como crianças...

A simplicidade e pureza das crianças. Talvez seja essa a principal mensagem que Deus quis nos transmitir quando enviou seu filho ao mundo e fez com que todos passassem a celebrar o Natal.

Ele veio como um Menino, uma criança indefesa, mas que recebeu todo amor, carinho e proteção de seus pais, Maria e José. Já adulto, Jesus pediu: “Deixai vir a mim as criancinhas, pois delas é o reino dos céus”. Mais uma vez, a mensagem sobre a necessidade de sermos como crianças, no sentido da simplicidade e pureza, se quisermos alcançar a salvação.

E isso parece um tanto quanto contraditório neste nosso mundo de correrias em que criamos nossos filhos para terem cada vez mais responsabilidades, amadurecerem mais rápido e vivemos dando broncas em adultos pouco responsáveis dizendo que “parecem crianças” ou pedindo “deixem de criancices”, quando, na verdade, não há mal algum em ser criança.

Crianças dificilmente passam minutos sem se falar, mesmo após terem discutido. Elas costumam relevar com mais facilidade ofensas, caras feias, contrariedades e até as broncas que às vezes injustamente levam dos adultos. Essas considerações podem parecer bobagem, não fosse o fato de que, por agirmos de forma totalmente antagônica, acabamos colecionando inimizades, rancores e ficamos anos sem nos falar com e pessoas e familiares queridos. E esta época é propícia para refletirmos o quanto vale a pena gastarmos tanto tempo cultivando inimizades se não temos certeza de que teremos o mesmo tempo para nos reconciliar e conviver em harmonia, em vida, com nossos entes queridos.

As crianças têm, ainda, a inocência, fazem amizade fácil, não se preocupam com a condição financeira ou social do novo amigo, apenas aproveitam os momentos de brincadeiras.

A presença de uma criança sempre traz mais alegria aos lares. É motivo de comemoração, de esperança renovada. Esperança na vida, na continuação de nossa existência e de que pessoas melhores do que nós virão povoar o mundo. Porém, essa esperança deve ser cultivada sempre, e não apenas no Natal ou no nascimento de um novo membro da família. Essa esperança tem de ser nutrida com os laços da amizade e da união familiar.

Nesta época, também é muito comum desejarmos e recebermos desejos de que o mundo seja melhor no próximo ano. Mas vale a pena pensar que ninguém vive no mundo todo, ainda que tenha condições financeiras para viajar a vários lugares. O nosso mundo é o lugar onde vivemos, seja onde moramos, trabalhamos, estudamos ou onde visitamos nossos familiares e amigos. Que neste Natal, recuperemos a pureza e simplicidade da criança que um dia fomos, mesmo tendo tantas responsabilidades. Vamos tomar esta como mais uma, pois assim talvez consigamos começar a fazer do nosso espaço de convívio o mundo melhor com o qual sonhamos, o qual desejamos para nós e para os nossos.

Nós, do Jornal Em Dia e da Gráfica Bragança, desejamos que todos passem um Natal como crianças, com a pureza e simplicidade nos corações, dando importância ao que realmente importa, a companhia de pessoas queridas. Que o Menino Jesus renasça em nossos lares e reascenda a chama do amor, da reconciliação, do perdão e da esperança de que o bem é mais forte e sempre prevalece sobre o mal.

Um Natal abençoado a todos!

 

 

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