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Adiamento de eleição é solicitado em Vargem

Câmara manifestou sua posição por meio de nota de repúdio

 

A situação do município de Vargem parece estar longe de se resolver. Após a cassação do então prefeito, Aldo Francelino Moysés, em maio deste ano, foram convocadas eleições indiretas e, sem seguida, o pleito foi suspenso para que eleições diretas fossem realizadas. Agora, o prefeito em exercício da cidade protocolou no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo pedido de adiamento das eleições.

Conforme ata de reunião realizada em 17 de julho entre os vereadores vargenses e o prefeito em exercício, o também vereador Claudemir Pereira da Silva (foto), tramita no TRE-SP o processo 96269.2015.626.0000, uma petição que solicita a realização de nova eleição em Vargem. Porém, o prefeito em exercício Claudemir, após se reunir com o deputado estadual Edmir Chedid, com José Figueiredo, Pedro Silva e os advogados Ricardo Vita Porto e Guilherme Giometi Santinho, decidiu outorgar a esses advogados poderes e, assim, foi solicitado ao TRE o adiamento do pleito.

Os vereadores de Vargem não concordaram com a posição e emitiram uma nota de repúdio, deixando expresso que defendem a imediata realização de eleição direta.

Os vereadores também fizeram questão de destacar que não reconhecem os eventuais poderes outorgados aos advogados mencionados.

“O ato praticado afronta o princípio democrático, onde ao povo é atribuída a liberdade de escolha do novo chefe do Poder Executivo. Assim, por unanimidade, os vereadores em exercício no Poder legislativo repudiam o ato praticado ou qualquer outro que venha a favorecer interesse particular contra o interesse da população do município de Vargem, uma vez que são favoráveis à imediata realização da eleição direta na forma da Lei Orgânica, uma vez que não há qualquer ordem judicial suspendendo os efeitos da cassação do mandato do prefeito e vice-prefeito”, diz o documento.

Para que uma nova eleição seja realizada em Vargem, é necessário que o Tribunal Regional Eleitoral se manifeste, convocando o pleito. Porém, até essa segunda-feira, 27, isso não havia ocorrido. Vale registrar que falta pouco mais de 14 meses para as eleições do ano que vem.

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